Ser honesto neste mundo
É andar sempre atrasado,
É comer do já comido
É comprar do já roubado.
Ser honesto é ser tão pobre
É não ter nenhum tostão,
É pegar sempre as migalhas
Que sobraram do patrão.
Ser honesto é andar só
É viver sempre isolado,
Mas está sempre tão perto
De um bolso recheado.
Ser honesto seu doutor
É ter o pouco que deus deu,
E andar cabeça erguida
Pois no do outro não mexeu.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
VOLTE LOGO PASSARINHO
Meu passarinho bateu asas
Foi pousar em outro ninho,
Nem esperou raiar o dia
Já deixou-me aqui sozinho.
Meu passarinho é tão alegre
Canta sempre ao amanhecer,
Às vezes, saudades minhas
Outras vezes de você.
Toda vez que ele some
O meu amanhecer é triste,
Seu cantar não me acorda
Felicidade não existe.
Volte logo passarinho
Pro teu ninho em meu quintal,
Vem alegrar essa noite
Pois é véspera de natal.
Vem me fazer companhia
E dá brilho ao meu olhar,
Pois estou aqui sozinha
Na janela a te esperar.
Foi pousar em outro ninho,
Nem esperou raiar o dia
Já deixou-me aqui sozinho.
Meu passarinho é tão alegre
Canta sempre ao amanhecer,
Às vezes, saudades minhas
Outras vezes de você.
Toda vez que ele some
O meu amanhecer é triste,
Seu cantar não me acorda
Felicidade não existe.
Volte logo passarinho
Pro teu ninho em meu quintal,
Vem alegrar essa noite
Pois é véspera de natal.
Vem me fazer companhia
E dá brilho ao meu olhar,
Pois estou aqui sozinha
Na janela a te esperar.
TOCANDO A BOIADA
Meu vaqueiro, meu amigo
Como é que vou falar,
Que essa terra é teu abrigo
E o meu peito é teu lugar.
Tu que levas a boiada
Levas meu coração também,
Como é triste a madrugada
Sem o aboio do meu bem.
Neste teu gibão de couro
Tanta beleza se esconde,
No sertão tu vales ouro
Mas não tem trajes de conde.
A boiada segue o caminho
Marchando sem se cansar,
E você com o seu destino
Faz meu peito machucar.
Quero que sejas vaqueiro
Destemido e protetor,
Pra no campo ser guerreiro
E no peito o meu amor.
Como é que vou falar,
Que essa terra é teu abrigo
E o meu peito é teu lugar.
Tu que levas a boiada
Levas meu coração também,
Como é triste a madrugada
Sem o aboio do meu bem.
Neste teu gibão de couro
Tanta beleza se esconde,
No sertão tu vales ouro
Mas não tem trajes de conde.
A boiada segue o caminho
Marchando sem se cansar,
E você com o seu destino
Faz meu peito machucar.
Quero que sejas vaqueiro
Destemido e protetor,
Pra no campo ser guerreiro
E no peito o meu amor.
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