Eu quero ver as matas
E os passarinhos
Alegres chocando
Seus ovos no ninho.
Eu quero ver a chuva
Caindo na terra
E o uirapuru
Cantando na serra.
Eu quero ver a noite
A tarde escondendo
E seus braços fortes
Meu corpo envolvendo.
Eu quero ver a lua
Nascer cor de prata
Levando a tristeza
Que agora me mata.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
AMIGO É UM TESOURO
Amigo é aquele
Que te ajuda a caminhar,
Afastando os espinhos
Pra você poder passar.
Amigo é aquele
Que primeiro estende a mão,
Quando você transborda
Com as coisas do coração.
Amigo é aquele
Que um conselho te dá,
Quando ver você tão triste
Na angústia se afogar.
Amigo é aquele
Que a noite não adormece,
Quando ver que seu amigo
De tristeza só padece.
Amigo está presente
Na tristeza e solidão,
Pois amigo é um tesouro
Pra guardar no coração.
Que te ajuda a caminhar,
Afastando os espinhos
Pra você poder passar.
Amigo é aquele
Que primeiro estende a mão,
Quando você transborda
Com as coisas do coração.
Amigo é aquele
Que um conselho te dá,
Quando ver você tão triste
Na angústia se afogar.
Amigo é aquele
Que a noite não adormece,
Quando ver que seu amigo
De tristeza só padece.
Amigo está presente
Na tristeza e solidão,
Pois amigo é um tesouro
Pra guardar no coração.
terça-feira, 21 de junho de 2011
AMOR DE MÃE
Amor de mãe é sagrado
Não há quem tire do peito,
Pode até ser maltratado
Mas ama do mesmo jeito.
Amor de mãe quando brota
Brota mesmo é pra valer,
Não se perde com o tempo
Nem depois que ela morrer.
Amor de mãe é eterno
Ultrapassa o horizonte,
No peito ele é infinito
Por que tem sua própria fonte.
Amor de mãe é suspiro
O que eu digo podes crêr,
Às vezes fica escondido
Pra no peito renascer.
Amor de mãe é o brilho
Que o filho leva no olhar,
Amor de mãe é sossego
É uma canção de ninar.
Não há quem tire do peito,
Pode até ser maltratado
Mas ama do mesmo jeito.
Amor de mãe quando brota
Brota mesmo é pra valer,
Não se perde com o tempo
Nem depois que ela morrer.
Amor de mãe é eterno
Ultrapassa o horizonte,
No peito ele é infinito
Por que tem sua própria fonte.
Amor de mãe é suspiro
O que eu digo podes crêr,
Às vezes fica escondido
Pra no peito renascer.
Amor de mãe é o brilho
Que o filho leva no olhar,
Amor de mãe é sossego
É uma canção de ninar.
domingo, 5 de junho de 2011
É O FIM.
De que vale a noite bela
Um luar pela janela
E um sorriso em meu olhar,
Se a minha alma está escura
E nessa natureza impura
Eu não posso respirar.
De que vala a verde mata
A beleza da cascata
E o som de um violino,
Se no meu ouvido soa
E o vento trás a proa
O olhar desse menino.
De que vale a canção
Se aqui no meu coração
Não tem espaço pra ela,
Vejo meu olhar ofuscado
E o meu peito queimado
Pela chama de uma vela.
De que vale essa vida
Se a tristeza da partida
Sempre chega sem avisar,
De que vale um coração
Que não tem uma paixão
E não tem a quem amar.
Um luar pela janela
E um sorriso em meu olhar,
Se a minha alma está escura
E nessa natureza impura
Eu não posso respirar.
De que vala a verde mata
A beleza da cascata
E o som de um violino,
Se no meu ouvido soa
E o vento trás a proa
O olhar desse menino.
De que vale a canção
Se aqui no meu coração
Não tem espaço pra ela,
Vejo meu olhar ofuscado
E o meu peito queimado
Pela chama de uma vela.
De que vale essa vida
Se a tristeza da partida
Sempre chega sem avisar,
De que vale um coração
Que não tem uma paixão
E não tem a quem amar.
DE QUE ADIANTA
Andar, eu sempre ando
Descubro caminho,
Mas de que adianta
Se eu ando sozinho.
Sonhar, também sonho
Viver bem, eu vivo,
Mas de que adianta
Viver sem motivo.
Amiga, sabes que sou!
E sempre amiga serei,
Mas de que vale tudo
Se de mim nada sei.
Eu trago esperança
É tudo que tenho,
Mas nem eu mesma sei
De onde é que venho.
Carrego no peito
Um amor fracassado,
De que adianta
Ficar do meu lado.
Descubro caminho,
Mas de que adianta
Se eu ando sozinho.
Sonhar, também sonho
Viver bem, eu vivo,
Mas de que adianta
Viver sem motivo.
Amiga, sabes que sou!
E sempre amiga serei,
Mas de que vale tudo
Se de mim nada sei.
Eu trago esperança
É tudo que tenho,
Mas nem eu mesma sei
De onde é que venho.
Carrego no peito
Um amor fracassado,
De que adianta
Ficar do meu lado.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
COMO NASCENTE
Não sei como a poesia
Vem cair na minha mão,
Não sei se sai da cabeça
Ou se vem do coração.
Eu só sei que ela jorra
Como se fosse nascente,
E vem caindo devagar
Dentro do peito da gente.
É como se a natureza
Precisasse conversar,
E mandesse as palavras
Para o poeta rimar.
Mais parece o infinito
Gritando "não se reprima"
Mandando pra minha mente
Mais uma chuva de rima.
A poesia é uma forma
De alguém se comunicar,
Dizendo pra outro alguém
O que não consegue falar.
Vem cair na minha mão,
Não sei se sai da cabeça
Ou se vem do coração.
Eu só sei que ela jorra
Como se fosse nascente,
E vem caindo devagar
Dentro do peito da gente.
É como se a natureza
Precisasse conversar,
E mandesse as palavras
Para o poeta rimar.
Mais parece o infinito
Gritando "não se reprima"
Mandando pra minha mente
Mais uma chuva de rima.
A poesia é uma forma
De alguém se comunicar,
Dizendo pra outro alguém
O que não consegue falar.
A LUA E EU
A lua e eu
Eu e você,
Nós dois e o sol
Pra nos aquecer.
O destino e eu
Eu e você,
Nós dois e um caminho
Para percorrer.
As estrelas e eu
Eu e você,
Nós dois e o céu
Pra nos proteger.
À noite e eu
Eu e você,
Nós dois juntinhos
Ao amanhecer.
O mundo e eu
Eu e você,
Nós dois e o tempo
Ter pressa pra que?
Eu e você,
Nós dois e o sol
Pra nos aquecer.
O destino e eu
Eu e você,
Nós dois e um caminho
Para percorrer.
As estrelas e eu
Eu e você,
Nós dois e o céu
Pra nos proteger.
À noite e eu
Eu e você,
Nós dois juntinhos
Ao amanhecer.
O mundo e eu
Eu e você,
Nós dois e o tempo
Ter pressa pra que?
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