Quanta saudade da brisa
do vento leve e suave,
do ninho que abrigava
a mais pequenina ave.
Da planta que dava sombra
ao pequenino sofrido,
que por uma seca medonha
foi da sua terra tangido.
Do rio que toda tarde
era tão gostoso o banho,
sem chuva secou o leito
já nem se vê o tamanho.
Das estrelas o seu brilho
da lua o seu clarear,
da árvore a sua sombra
onde eu ia descansar.
Sumiu do céu a beleza
sumiu da terra o luar,
sumiu do ar a pureza
sumiu do homem o pensar.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
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